A noite vinha fria
Negras sombras a rondavam
Era meia-noite
E o meu amor tardava

 

A nossa casa, a nossa vida
Foi de novo revirada
À meia-noite
O meu amor não estava

 

Ai, eu não sei aonde ele está
Se à nossa casa voltará
Foi esse o nosso compromisso

 

E acaso nos tocar o azar
O combinado é não esperar
Que o nosso amor é clandestino

 

Com o bebé, escondida,
Quis lá eu saber, esperei
Era meia-noite
E o meu amor tardava

 

E arranhada pelas silvas
Sei lá eu o que desejei:
Não voltar nunca...
Amantes, outra casa...

 

E quando ele por fim chegou
Trazia as flores que apanhou
E um brinquedo pró menino

 

E quando a guarda apontou
Fui eu quem o abraçou
Que o nosso amor é clandestino

 

 

 

publicado por Blogosférica às 16:50 | link do post

 

 

 

 

 

Letra:

 

Ela passou por mim e sorriu,
e a chuva parou de cair,
o meu bairro feio torna-se perfeito,
e um monte de entulho jardim.

O charco inquinado voltou a ser lago,
e o peixe ao contrário virou.
Do esgoto empestado saiu perfumando,
um rio de nenúfares em flor.

Sou a mariposa bela e airosa,
que pinta o mundo de cor de rosa,
eu sou um delírio do amor.

Sei que a chuva grossa que entope a fossa,
que o amor é curto e deixa mossa,
mas quero voar por favor!

No metro enlatado os corpos apertados,
suspiram o ver-me entrar.
Sem pressas que há tempo, 
'tá gasto o momento,
e tudo mais pode esperar.

O puto do cão com seu acordeão,
põe toda a gente a dançar,
e baila o ladrão,
com o polícia p'la mão,
esvoaçam confetis no ar!

Sou a mariposa bela e airosa,
que pinta o mundo de cor de rosa,
eu sou um delírio do amor.

Sei que a chuva grossa que entope a fossa,
que o amor é curto e deixa mossa,
mas quero voar por favor!

Há portas abertas e ruas cobertas,
e enfeites de festas sem fim,
e por todo o lado é ouvido e dançado,
o fado é cantado a rir.

E aqueles que vejo que abraço que beijo,
falam já meio a sonhar,
se o mundo deu nisto e bastou um sorriso,
o que será se ele me falar.

Sou a mariposa bela e airosa,
que pinta o mundo de cor de rosa,
eu sou um delírio do amor.

Sei que a chuva grossa que entope a fossa,
que o amor é curto e deixa mossa,
mas quero voar por favor!

Sou a mariposa bela e airosa,
que pinta o mundo de cor de rosa,
eu sou um delírio do amor.

Sei que a chuva grossa que entope a fossa,
que o amor é curto e deixa mossa,
mas quero voar por favor!

 

publicado por Blogosférica às 18:21 | link do post
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